07/09 – Terça – O ramo enxertado

4. Que grande esperança Paulo alimenta para os israelitas, tanto para os daquele tempo quanto para os de hoje? Rm 11:11-15
Nestes versos, encontramos duas expressões paralelas: (1) “a sua plenitude [dos israelitas]” (v. 12), e (2) “seu restabelecimento [dos israelitas]” (v. 15). Paulo pressentia que o declínio e a rejeição seriam apenas temporários; seriam seguidos por plenitude e aceitação. Esta é a segunda resposta de Paulo à pergunta suscitada no princípio deste capítulo: “Terá Deus… rejeitado o Seu povo?” O que parece ser uma rejeição, ele diz, é só uma situação temporária.

5. Em lugar do enfoque étnico, que outro critério usa Deus para determinar quem Lhe pertence? Rm 11:16-24
Paulo compara o remanescente fiel de Israel a uma oliveira nobre, da qual foram quebrados bruscamente alguns galhos (os descrentes) – uma ilustração que ele usou para provar que “Deus não rejeitou o Seu povo” (v. 2). A raiz e o tronco estão ainda lá.
Nessa árvore, os crentes gentios foram enxertados. Mas eles estão extraindo sua seiva e vitalidade da raiz e do tronco, que representam o Israel que crê.
O que aconteceu aos que rejeitaram Jesus pode acontecer também aos crentes gentios. A Bíblia não ensina a doutrina de “uma vez salvo, salvo para sempre”. Assim como a salvação é oferecida livremente, pode ser rejeitada livremente. Embora tenhamos que ser cuidadosos ao pensar que cada vez que caímos estamos fora da salvação, ou que, a menos que sejamos perfeitos, não seremos salvos, precisamos também evitar o abismo oposto – a ideia de que, visto que a graça de Deus nos cobre, não existe nada que possamos fazer, decisões que possamos tomar, que retirem de nós a provisão de salvação. No fim, só aqueles que permanecerem na bondade de Deus (v. 22) serão salvos.
Nenhum crente deve se gabar da própria bondade ou sentir qualquer superioridade sobre seus semelhantes. Nossa salvação não foi conquistada; foi um dom. Antes da cruz, antes do padrão de santidade de Deus, todos somos iguais: pecadores carentes da graça divina, pecadores carentes da santidade que só pode ser nossa mediante a graça. Não temos nada de nós mesmos para ostentar; nossa jactância deve estar só em Jesus e no que Ele fez por nós ao vir a este mundo em natureza humana, sofrendo nossas aflições, morrendo por nossos pecados, oferecendo-nos um modelo de como viver e prometendo poder para vivermos essa vida. Em tudo isso, somos completamente dependentes dEle, pois sem Ele não haveria esperança além da que este mundo nos oferece.

4. Que grande esperança Paulo alimenta para os israelitas, tanto para os daquele tempo quanto para os de hoje? Rm 11:11-15
Nestes versos, encontramos duas expressões paralelas: (1) “a sua plenitude [dos israelitas]” (v. 12), e (2) “seu restabelecimento [dos israelitas]” (v. 15). Paulo pressentia que o declínio e a rejeição seriam apenas temporários; seriam seguidos por plenitude e aceitação. Esta é a segunda resposta de Paulo à pergunta suscitada no princípio deste capítulo: “Terá Deus… rejeitado o Seu povo?” O que parece ser uma rejeição, ele diz, é só uma situação temporária. 5. Em lugar do enfoque étnico, que outro critério usa Deus para determinar quem Lhe pertence? Rm 11:16-24
Paulo compara o remanescente fiel de Israel a uma oliveira nobre, da qual foram quebrados bruscamente alguns galhos (os descrentes) – uma ilustração que ele usou para provar que “Deus não rejeitou o Seu povo” (v. 2). A raiz e o tronco estão ainda lá.
Nessa árvore, os crentes gentios foram enxertados. Mas eles estão extraindo sua seiva e vitalidade da raiz e do tronco, que representam o Israel que crê.
O que aconteceu aos que rejeitaram Jesus pode acontecer também aos crentes gentios. A Bíblia não ensina a doutrina de “uma vez salvo, salvo para sempre”. Assim como a salvação é oferecida livremente, pode ser rejeitada livremente. Embora tenhamos que ser cuidadosos ao pensar que cada vez que caímos estamos fora da salvação, ou que, a menos que sejamos perfeitos, não seremos salvos, precisamos também evitar o abismo oposto – a ideia de que, visto que a graça de Deus nos cobre, não existe nada que possamos fazer, decisões que possamos tomar, que retirem de nós a provisão de salvação. No fim, só aqueles que permanecerem na bondade de Deus (v. 22) serão salvos.
Nenhum crente deve se gabar da própria bondade ou sentir qualquer superioridade sobre seus semelhantes. Nossa salvação não foi conquistada; foi um dom. Antes da cruz, antes do padrão de santidade de Deus, todos somos iguais: pecadores carentes da graça divina, pecadores carentes da santidade que só pode ser nossa mediante a graça. Não temos nada de nós mesmos para ostentar; nossa jactância deve estar só em Jesus e no que Ele fez por nós ao vir a este mundo em natureza humana, sofrendo nossas aflições, morrendo por nossos pecados, oferecendo-nos um modelo de como viver e prometendo poder para vivermos essa vida. Em tudo isso, somos completamente dependentes dEle, pois sem Ele não haveria esperança além da que este mundo nos oferece.

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