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06/09 – Segunda – A eleição da graça

2. Que ensino comum esta passagem nega clara e inquestionavelmente? Rm 11:1-7. Que evidência dá Paulo de que Deus não rejeitou Seu povo?
Na primeira parte de sua resposta à pergunta: “Terá Deus, porventura, rejeitado o Seu povo?” Paulo aponta para um remanescente, uma eleição da graça, como prova de que Deus não rejeitou Seu povo. A salvação está aberta a todos os que a aceitarem, tanto judeus como gentios. Deve-se lembrar que os primeiros conversos ao cristianismo eram todos judeus – por exemplo, o grupo que foi convertido no dia de Pentecostes. Foram necessários uma visão e um milagre especial para convencer Pedro de que os gentios também tinham igual acesso à graça de Cristo (At 10; compare com At 15:7-9) e que o evangelho deveria ser levado também a eles. 3. Paulo está dizendo que Deus cegou propositalmente para a salvação a parte de Israel que rejeitou Jesus? Leia Rm 11:7-10. O que está errado com essa ideia? Nestes versos, Paulo cita o Antigo Testamento, uma autoridade que os judeus aceitavam. As passagens que Paulo cita representam Deus como dando a Israel um espírito de entorpecimento, impedindo-os de ver e ouvir. Deus cega os olhos das pessoas para impedi-las de ver a luz que as levaria à salvação? Nunca! Essas passagens devem ser entendidas à luz de nossa explicação de Romanos 9. Paulo não está falando de salvação individual, pois Deus não rejeita ninguém coletivamente para a salvação. O assunto neste verso, ao contrário, como foi desde o princípio, se refere ao papel que esse povo teve em Sua obra.

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